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Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

Quem sou eu

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Aroldo Filho 

Historiador /Criador e Presidente do Jornal Delfos-CE, (2007). /Criador da Associação Cultural SEMPRE-Segmento dos Estudiosos da Memória e Patrimônio Regional da Serra de Baturité (2008). /Criador e Idealizador do 1° Arquivo Público do Interior do Nordeste (2009).

 /2° e 4° lugares,consecutivamente, no 1° e 2° concursos de poesia da comunidade do Orkut "Vamos Escrever um livro?"(2009 e 2010).

 /Criador da exposição histórica: "PACOTY: UMA HISTÓRIA EM DOCUMENTOS", aprovado pelo Banco do Nordeste(2010). 

/Sócio do Instituto Desenvolver (2011).

 /Trabalhou para o Governo do Estado do Ceará como pesquisador no Porto do Pecém (2011). 

/Ministrou aulas de História, Geografia, Arte e Religião em Pacoti e Guaramiranga (de 2008 a 2015 no Colégio São Luís, na Escola Menezes Pimentel e na Escola Linha da Serra).

 /2° Lugar em concurso de pensamento na comunidade "Grupo de Poesia" no Facebook (2012). 

Participa como um dos autores dos e-books "Por onde andei?" e "Quem sou?" realizado pelo Balcão de Poemas, edição de Wasil Sacharuck. 

/Publica notícias, contos, crônicas, poesias, fábulas, romances, artigos, peça teatral e letra de música em 32 blogs desde 2005.


Selecionado no concurso de poesias federal da Editora Vivara em 2016, passando entre os 250 poetas que irão para o livro dentre 2.370 concorrentes. .

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

BOTIJA DOS MAIA

Em 1906, nascia Maria Santina Maia, filha de Raimundo Pereira da Silva e Francisca Soares da Silva. O Maia do nome é porque eles se aparentaram com Maria Ceci Gonzaga de Arruda, ou Vó Ceci, neta de Maria Antonina Maia, ou Mãe Tonha, que era prima de Francisca Soares da Silva.

Ana Maria Soledade e Francisco Soares Leitão, pais de Francisca Soares da Silva, ajudaram a criar Santina Maia, pois o pai desta viajara para o Acre no cilco da borracha e nunca mais voltou.
Santina Maia, ou Vó Santa, ganhou um grande rosário de ouro branco do seu avô, o vendendo em partes mais tarde. Seu pai, Raimundo da Silva, que fora embora quando ela tinha 11 meses de nascida, desenhando com sangue do indicador na parede uma tal cruz de Salomão, talvez um asterisco, e disse: _Se em 6 meses eu não voltar, quebre este canto aqui, que vai dar pra vocês irem se mantendo.

O tempo passou, e a família nunca soube o que tinha realmente dentro da parede, porém, outras pessoas quebraram e tiraram a sorte grande, quando já não morava ninguém na casa. Quem foram? Não sei. Porque a família mesmo não lucrou? Por medo das lendas. E o que continha de fato sob a dita cruz? Pelo que dizem, potes repletos de ouro e prata.

Minha herança foi pirateada.

AROLDO FILHO
Pacoti-Ceará
11/06/2009