Quem sou eu

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         Aroldo Filho é Historiador, Literato, Letrista, Professor, Blogueiro, Jornalista Independente, Segurança, Vendedor, já foi Gerente de Vendas e às vezes é Humorista, também já foi Ator Amador  (Representando figuras do folclores católico, tais como Jesus Cristo, Rei-Mago Baltasar, Padre do livro "Os verdes abutres da colina" e São Vicente de Paula além de outros personagens em peças de escola).
           3º Lugar no concurso de desenho "O Pacoti Visto por suas crianças" (1997)

             Criador do Jornal "VISART", que resgatou em 2018 com o nome atualizado para "Jornal Visarte" (2002)

            1º Lugar em Auto de Natal no Estado do Ceará, atuando na ocasião como o Rei-Mago Baltasar (2004).

            Criador, Idealizador e Presidente do Jornal Delfos-CE (2007).

            Ministrou aulas de História, Geografia, Arte, Religião e Ciências em Pacoti e em Guaramiranga, no Colégio São Luís, na Escola Menezes Pimentel, na Escola Linha da Serra e na Escola Monteiro Lobato (entre 2008 a 2017).

            Criador e Idealizador da Associação Cultural SEMPRE-Segmento dos Estudiosos da Memória e Patrimônio Regional da Serra de Baturité (2008). 

              Criador e Idealizador do 1° Arquivo Público do Interior do Nordeste (2009).

              2° e 4° lugares, consecutivamente, no 1° e 2° concursos de poesia da comunidade do Orkut "Vamos Escrever um livro?"(2009 e 2010).
               Criador da exposição histórica: "PACOTI: UMA HISTÓRIA EM DOCUMENTOS", aprovado pelo Banco do Nordeste (2010). 
                 Formou-se em Licenciatura Plena em História (2010).
                 Sócio do Instituto Desenvolver (2011).
Trabalhou para o Governo do Estado do Ceará como pesquisador no Porto do Pecém (2011). 
                  2° Lugar em concurso de pensamento na comunidade "Grupo de Poesia" no Facebook (2012).
                  Participa como um dos autores dos e-books "Por onde andei?" e "Quem sou?" realizados pelo Balcão de Poemas, edição de Wasil Sacharuck.

                 Concluiu Pós-Graduação em Gestão Escolar (2016)

                   Recebeu a Comenda Domitila por Mérito Literário, da SECULDT-Secretaria de Cultura, Turismo e Desporto de Pacoti & Prefeitura Municipal de Pacoti  (2016).

                     Passou 3x seguidas no "Concurso Nacional Novos Poetas" da Editora "Vivara". (2016, 2017 & 2018).

                      Passou 2x seguidas em seleção de poesias da Revista Gente de Palavra. (Fevereiro & abril de 2018. 

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

BOTIJA DOS MAIA

Em 1906, nascia Maria Santina Maia, filha de Raimundo Pereira da Silva e Francisca Soares da Silva. O Maia do nome é porque eles se aparentaram com Maria Ceci Gonzaga de Arruda, ou Vó Ceci, neta de Maria Antonina Maia, ou Mãe Tonha, que era prima de Francisca Soares da Silva.

Ana Maria Soledade e Francisco Soares Leitão, pais de Francisca Soares da Silva, ajudaram a criar Santina Maia, pois o pai desta viajara para o Acre no cilco da borracha e nunca mais voltou.
Santina Maia, ou Vó Santa, ganhou um grande rosário de ouro branco do seu avô, o vendendo em partes mais tarde. Seu pai, Raimundo da Silva, que fora embora quando ela tinha 11 meses de nascida, desenhando com sangue do indicador na parede uma tal cruz de Salomão, talvez um asterisco, e disse: _Se em 6 meses eu não voltar, quebre este canto aqui, que vai dar pra vocês irem se mantendo.

O tempo passou, e a família nunca soube o que tinha realmente dentro da parede, porém, outras pessoas quebraram e tiraram a sorte grande, quando já não morava ninguém na casa. Quem foram? Não sei. Porque a família mesmo não lucrou? Por medo das lendas. E o que continha de fato sob a dita cruz? Pelo que dizem, potes repletos de ouro e prata.

Minha herança foi pirateada.

AROLDO FILHO
Pacoti-Ceará
11/06/2009